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Programa Multicultural

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programa multicultural

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Programa Multicultural
O Multicultural é um programa estratégico da Prefeitura do Recife, principal instrumento estruturador
da política cultural da gestão municipal, implementado pela Secretaria de Cultura e Fundação de Cultura
da Cidade do Recife em prol da descentralização de ações culturais e da democratização do acesso da
população aos equipamentos, técnicas saberes institucionalizados e fontes de recursos.
Tem por objetivo cental formar produtores, artistas e pessoal técnico para o novo cenário da economia de
cultura na cidade do Recife, integrando a população à produção cultural de maneira consciente e ativa,
tendo em vista também a inclusão em ambientes próprios à fruição cultural.
O programa é um importante espaço de interlocução, interface para o conhecimento da realidade das
comunidades e do desenvolvimento de Políticas Municipais de Cultura em harmonia com as
necessidades e desejos de todos.
A cada ano, são realizados Ciclos de Diálogos nas comunidades em todas as microrregiões para a
escolha dos temas e localidades a serem diretamente beneficiadas pelas ações descentralizadas, assim
como para a ratificação das atividades centralizadas.
A missão do programa é contibuir para a melhoria da qualidade de vida das comunidades do Recife,
através da democratização e descentralização das ações culturais; e da identificação das identidades
culturais e do pertencimento.
Principais objetivos:
Capacitar jovens e adultos para o mercado da cultura;
Calorizar a cultura que se expressa nas comunidades;
Incentivar e fortalecer redes de cultura, através da organização e articulação de grupos culturais;
Incentivar o conhecimento das realidades locais, através de pesquisa.

http://www2.recife.pe.gov.br/projetos-e-acoes/projetos/programa-multicultural/#sthash.I6zISkdO.dpuf

http://www.recife.pe.gov.br/fccr/multicultural/

PROGRAMA MULTICULTURAL
DIVULGA CHAMADA PÚBLICA EM
RECIFE
Pulicado por Ditta Dolejsiova em mai 3, 2010

O Programa Multicultural da Fundação de Cultura Cidade do Recife – FCCR está convidando
educadores para compor um novo banco de dados. A seleção vai acontecer em duas fases,
sendo a primeira uma análise curricular, seguida de entrevista.
As inscrições estão abertas de 26 de abril a 14 de maio na sede do Programa. Desde 2007, o
Multicultural não realizava uma chamada pública, o que tornou obsoleto o cadastro existente.
“O banco de dados de educadores é um instrumento primordial para as ações formativas do
Multicultural e quanto mais atualizadas forem as informações, mais ágil é a resposta às
demandas das comunidades”, explica André Aquino, assessor de formação do Programa.
De acordo com a necessidade, os educadores selecionados serão convidados, por ordem
decrescente de pontuação, a realizar ações formativas em todas as microrregiões ao longo do
exercício 2010-2012. Somente para este ano, estão programadas 36 oficinas das linguagens
artísticas e 54 oficinas voltadas para os ciclos festivos.
A seleção será realizada por comissões paritárias entre membros do governo municipal e
sociedade civil. Os interessados em participar devem comparecer à sede do Programa ou
enviar por SEDEX envelope contendo currículo impresso em duas vias e CD com imagens que

registrem a trajetória da sua atuação como artista/educador. “A chamada pública é uma
estratégia transparente e democrática de conformação do quadro de artistas/educadores que
irão, em parceria com o Programa, animar as atividades formativas do Multicultural.
Acreditamos que o processo seletivo colabora também para garantir a qualidade dos serviços
prestados à população”, conclui Aquino. O termo da chamada pública pode ser acessado no
Diário Oficial deste sábado (24 de abril de 2010).
SERVIÇO:
Chamada Pública para educadores de Arte e Cultura para o Programa Multicultural
Data: 26 de abril a 14 de maio de 2010, das 9h às 12h e das 14h às 17h.
Local: Rua Montevidéu, 114 – Boa Vista – Recife – PE – CEP 50050-250
Fone: 3355.1754

Programa Multicultural inicia inscrições
para oficinas em todo o Recife
Interessados em participar de oficinas de Arte e Cultura podem se inscrever, a partir de
amanhã (09), no Programa Multicultural da Prefeitura do Recife. Serão mais de 500 vagas
em 18 oficinas diferentes, distribuídas em Teatro, Artes Visuais e Música. Jovens a partir
dos 14 anos podem participar gratuitamente da iniciativa nos pontos de apoio distribuídos
pela cidade, que podem ser informadas pelo telefone 3355.1762 ou 3355.1768.
O programa continua no próximo mês, quando uma nova rodada de oficinas e novo ciclo
de Diálogos nas Comunidades será realizado em todas as microrregiões, quando serão
escolhidas as oficinas dos Ciclos Natalino e Carnavalesco.

UFPE: Seminário multicultural discute
memória e identidade cultural
12/07/2006
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Na próxima quinta-feira (13), a Prefeitura da Cidade do Recife (PCR) e a
Pró-Reitoria de Extensão (Proext) da UFPE promoverão, no auditório de
Centro de Artes e Comunicação da Universidade, o segundo seminário
nascido a partir do Programa Multicultural, um acordo de cooperação
técnica entre as instituições citadas para a criação de uma rede de
formação na área cultural no Recife.
Para discutir "Memória e identidade cultural", tema do evento, o professor
do departamento de História Antônio Paulo Rezende traz, às 9h, a
palestra "Memória e História: permanências e mudanças", a ser debatida
por José Batista Neto, de Educação. As atividades seguem, a partir do
meio dia, com o debate a cerca do premiado filme de Marcelo Gomes,

"Cinema, aspirinas e urubus". A platéia terá a oportunidade de interagir
com representantes da Rec Produtores, que produziu o longa. Das 14h
às 17h, será a vez do professor Paulo Cunha, de Comunicação Social,
discorrer sobre "Cultura e identidade no Brasil contemporâneo". Essa
última fala será debatida por Carmem Lélis, representante da Secretaria
de Cultura da Cidade do Recife, e Virgínia Cavalcanti, do departamento
de Design.
O Programa Multicultural é uma ação da PCR implementada pela
Fundação de Cultura da Cidade do Recife que agora conta com o apoio
da Proext. A valorização da cultura, objetivo maior do programa, se dá
por meio da realização de cursos, seminários, oficinas e eventos culturais
nas seis regiões político-administrativas do recife, concorrendo para a
democratização e descentralização das ações culturais localmente.

Semana de cultura em Peixinhos
O Ministério da Cultura vai investir cerca de R$ 2 milhões para transformar a Refinaria
Multicultural Nascedouro de Peixinhos, em Recife, no primeiro Espaço Mais Cultura de
Pernambuco. Os recursos serão aplicados na reforma do bloco D e na compra de
equipamentos e móveis para os blocos B, D e para a Biblioteca Multicultural do complexo,
localizado no Recife.
Mas a ação do Programa Mais Cultura vai além de obras físicas e dos investimentos na
modernização do antigo matadouro. A partir desta quinta-feira (22), tem início mais uma
etapa do projeto Canteiro Mais Cultura, que visa integrar representantes das comunidades,
do poder público e de instituições locais para a gestão coletiva do espaço sociocultural.
Durante uma semana, de 22 a 27 de julho, técnicos da Prefeitura do Recife e lideranças
comunitárias de Peixinhos e bairros próximos irão se reunir para desenvolver e executar
ações culturais em suas comunidades. A iniciativa é do Ministério da Cultura em parceria
com o Instituto Elos Brasil e visa mudar a postura da população em relação aos bens
culturais que dispõe.
O processo de mobilização envolve a realização de um mutirão comunitário no fim de
semana: o Mão na Massa. Os moradores são ouvidos e participam do planejamento e da
realização de ações locais, como intervenções arquitetônicas, artísticas e paisagísticas,
planejamento de exposições, eventos, festas e desenvolvimento de produtos culturais para
geração de trabalho e renda. Outra iniciativa é a elaboração de roteiro de visitação a locais
e projetos socioculturais existentes na região.
O evento será encerrado na terça-feira (27), quando será feita uma avaliação das
atividades e o início do desenvolvimento de um desenho de estratégias a ser aplicado em
cada localidade, como a constituição de um conselho gestor do equipamento, que reunirá
moradores, instituições e representantes dos governos locais.
Local histórico – A Refinaria Multicultural Nascedouro de Peixinhos nasceu dos prédios
abandonados onde funcionava o Matadouro Municipal. O complexo foi inaugurado em
1919 e desativado em 1976. Quatro anos depois, o local foi tombado como parte da zona
de preservação do Sítio Histórico do Matadouro de Peixinhos. Em 1990, a Prefeitura do

Recife, aliada a grupos comunitários, passou a organizar a ocupação de dois blocos do
complexo industrial ainda em condições de uso.
Com a reforma que terá investimento do Ministério da Cultura, o bloco B, onde funciona o
teatro, vai ganhar mobiliário e equipamentos necessários à realização de espetáculos de
dança, música e artes cênicas. O bloco D será utilizado, prioritariamente, para a realização
de oficinas, sendo que algumas já estão na programação: DJ e composição digital;
confecção de instrumentos musicais; produção de cinema e espetáculos; artesanato,
moda e reciclagem; arte culinária.
SERVIÇO:
Semana de mobilização social na comunidade de Peixinhos, Recife, Pernambuco, de 22 a
27 de julho, na Rua Jardim Brasília, s/n. As atividades serão desenvolvidas ao longo do
dia.

NOTÍCIAS
AA

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Programa Multicultural abre inscrições
para oficinas gratuitas.
Os cursos acontecem em todas as microrregiões e devem
atender a um público de 360 pessoas com idade a partir das 14
anos.
Estão abertas as inscrições para a segunda rodada de Oficinas Básicas de Arte, Cultura e
Comunicação do Programa Multicultural da Secretaria de Cultura / Fundação de Cultura
Cidade do Recife. Os cursos acontecem em todas as microrregiões e devem atender a um
público de 360 pessoas com idade a partir das 14 anos.
As inscrições podem ser realizadas até o dia 26 de novembro, nos locais de realização das
oficinas. A escolha dos temas e dos locais dos cursos foi realizada durante o ciclo de
Diálogos nas Comunidades, realizado entre os meses de abril e maio.
Com 60h/aulas de duração, os cursos vão sensibilizar para as linguagens artísticas,
despertar talentos e criar oportunidades de geração de trabalho e renda nas 18
microrregiões do Recife. Outras informações pelo telefone: (81) 3355.1768.

Oficina de Dança encerra com
coreografia na UR-02

04/11/2010 //
0
28 de Outubro de 2010

Projeto foi viabilizado por uma ação conjunta entre a Secretaria de Direitos Humanos e
Segurança Cidadã e o Programa Multicultural da Fundação de Cultura Cidade do Recife
Na tarde da última quarta-feira (27), encerrou-se, em clima de festa, a oficina de Dança
promovida pelo projeto Inserção Multicultural, viabilizado pela ação conjunta entre a
Secretaria de Direitos Humanos e Segurança Cidadã – SDHSC e o Programa Multicultural
da Fundação de Cultura Cidade do Recife – FCCR, ambas da Prefeitura do Recife. O
projeto é um dos 29 aprovados no âmbito do PRONASCI (Programa Nacional de
Segurança Pública com Cidadania), desenvolvido pelo Ministério da Justiça para garantir a
realização de ações de diversas naturezas para o enfrentamento à violência em Territórios
de Paz de todo o Brasil.
Desde o dia 16 de agosto, mais de 20 mulheres frequentaram as aulas de dança na
Associação de Moradores da UR-02, no Ibura, três vezes por semana. Para o
encerramento, as alunas prepararam coreografia e figurino especiais, em laranja e preto,
ao som de Lady Gaga. A técnica trabalhada ao longo da oficina foi o sapateado, que exige
sapatos adequados. A educadora Bianca Morena trouxe a sua coleção para as alunas
poderem praticar.
A aluna Edna Correia contou que participa das reuniões para a escolha das atividades
desenvolvidas pelo Multicultural e ficou muito feliz quando a oficina de sapateado foi
escolhida para a associação da qual faz parte. “Houve reuniões antes e nós fomos
privilegiadas com uma oficina que não tinha acontecido em nenhuma comunidade. Bianca
é uma professora maravilhosa, que nunca mediu distâncias, nunca chegava atrasada. Foi
uma experiência maravilhosa que nos enriqueceu”, relata Edna.
Para as alunas Hilda Paulino Gomes e Ana Carla, a oficina gerou momentos para o
encontro com a dança. Ana Carla contou que foi ao Clube das Pás e dançou a noite toda,
como nunca tinha acontecido. O marido, que sempre gostou de dançar, ficou surpreso.

Ana Carla acrescentou: “Depois de 21 anos de casada, comecei a dançar com meu
marido. Sinto-me mais leve agora”. Já Hilda, diverte-se: “A gente precisa de dança para
desentrevar o esqueleto, os músculos, não é?”.
A afetividade deu o tom do evento, registrada na bonequinha que enfeitava o bolo,
moldada em biscuit em homenagem à educadora. “Eu vou sentir falta delas. Elas são tão
carentes. E eu acho que dei atenção. Para você ter uma ideia, tinha uma aluna que não
sabia nem a diferença entre direita e esquerda”, confessa Bianca Morena.

Dança-educação é um dos focos do XV
Festival Internacional de Dança do Recife
26/10/2010 //
0
22 de Outubro de 2010

Grupo Acupe participa do evento com quatro oficinas e cinco palestras-espetáculos

Durante o 15º Festival Internacional de Dança do Recife, o Grupo de Dança Acupe está realizando
uma série de atividades articuladas que têm foco na dança-educação. Além da circulação do
espetáculo 5 Minutos para Blackout, estão sendo oferecidas quatro oficinas e cinco palestrasespetáculos. O projeto conta com o patrocínio do SIC – Sistema de Incentivo à Cultura da Prefeitura
do Recife.
Com o objetivo de formar público e dar oportunidade de experimentar a formação na área de dança,
o Acupe optou por descentralizar os locais de apresentação dos espetáculos e das oficinas
ministradas pelos jovens bailarinos da companhia. Já aconteceu uma oficina na Escola
Pernambucana de Circo, na Macaxeira (RPA 3) e encerrou-se hoje uma no Espaço Pró-Criança, no
Bairro do Recife (RPA 1). Para encontrar os locais e mobilizar público, o projeto conta com o apoio
do Programa Multicultural da Secretaria de Cultura / Fundação de Cultura Cidade do Recife –

FCCR.
Em cada local escolhido para as oficinas, há um público diferente. No Pró-Criança, a turma foi
formada por alunos que participam das aulas de balé oferecidas pela instituição. Três vezes por
semana, Joseane Eufrosino de Oliveira traz as filhas Elaine e Elisangela, com 11 e 12 anos,
respectivamente, do bairro de Dois Unidos para as aulas. Esta semana, foram cinco dias. “Minhas
meninas fazem balé aqui há dois anos. Elas estão gostando muito da oficina e vão sentir falta
quando acabar. Eu não vejo a hora das minhas filhas saírem para longe para se apresentarem”,
orgulha-se Joseane.
No Centro Cultural Daruê Malungo, em Campina do Barreto (RPA 2), onde as oficinas são,
cotidianamente, de dança popular, as aulas começaram hoje. “Todos os projetos que a gente realiza
sempre estão atrelados à dança-educação, oferecendo oficinas e cursos. Interessa-nos o processo de
integração entre dança e educação. Fazemos um trabalho de base com muito amor e carinho,
valorizando os laços afetivos ao invés da transmissão de conhecimento”, ensina Paulo Henrique
Ferreira, diretor do espetáculo e criador da companhia.
Hoje aconteceu a última palestra-experimento no Teatro Apolo. Desde o dia 18 de outubro, os
responsáveis pela criação do espetáculo se revezaram para mostrar suas experiências nas diversas
áreas fundamentais para a composição de 5 Minutos para Blackout. Passaram por lá Fred 04 (trilha
sonora), Paulo Henrique Ferreira (direção e interpretação), Luciana Raposo (Iluminação), Maria
Eduarda Buarque (coreografia) e Marcondes Lima (cenografia e figurino). Em parceria com a
Secretaria de Educação, o público prioritário das palestras tem sido os educadores da rede municipal
de ensino.
O espetáculo 5 Minutos para Blackout estreou ontem no Nascedouro de Peixinhos (RPA 2) e
continua em cartaz, podendo ser assistido no dia 24 de outubro, às 16h, no Teatro Barreto Júnior; dia
28, às 21h, no Teatro de Santa Isabel; e na Escola Pernambucana de Circo, às 19h do dia 29 de
outubro

Primeiramente habitada pelos índios Paiaiás, no início do século XVI, Morro do Chapéu
ganhou esse nome devido ao Morrão de mais de 1.200m em forma de chapéu, que reina
absoluto nos ares. Somente em 1909, foi alçado à categoria de cidade. A sua história
remonta ao coronelismo e ao ciclo do diamante na Bahia. Envolta por uma infinidade de
cachoeiras – destaque para a do Ferro Doido, com seus 118m de queda d’água -, grandes
paredões, desfiladeiros e grutas, a paisagem de Morro do Chapéu encanta pela diversidade
de belezas naturais.
A região abriga umas das maiores concentrações de orquídeas da Bahia, e é habitat natural
do colibri dourado, uma espécie rara de beija-flor presente na região. A cidade, localizada a
mais de 1.000m de altitude, é também o paraíso para os fãs de esportes radicais, rota certa
para a prática de rapel, mountain biking, trekking e cavernismo.
Mas nem só de turismo ecológico vive Morro do Chapéu. Dentro do perímetro urbano,
destacam-se as belas edificações, como a igreja matriz de Nossa Senhora da Graça, de

1834, a capela de Nossa Senhora da Soledade, de 1911 (construída por Dias Coelho, o mais
ilustre dos coronéis de Morro do Chapéu), o prédio da Prefeitura Municipal, do século XIX e
a casa do padre Magalhães, do mesmo século.

As bandas filarmónicas representam no nosso país um dos maiores exemplos de
tradição e cultura, desempenhando um papel de relevo, nomeadamente fora dos
grandes centros urbanos, na vida cultural de amplas faixas da nossa população,
com um universo de milhares de músicos amadores que fazem da sua prática e
experiência musical uma paixão com dedicação absoluta. É sabido que a grande
maioria dos nossos músicos profissionais na área dos sopros e percussão iniciou a
sua formação nas bandas filarmónicas sendo estas uma base de formação e uma
ligação fundamental entre o meio popular e o dito erudito. Esta prática é uma
realidade pujante que desempenha um papel nacional muito relevante na educação
de todos e, em particular, da juventude para a arte e a cidadania. Em Portugal
existem hoje cerca de 800 bandas amadoras envolvendo directamente, em
actividades, um número superior a 30 000 músicos. A música amadora é, de facto,
uma área da actividade que, em Portugal, assim como na Europa e no Mundo,
envolve uma multidão de praticantes e de apreciadores representando um
substantivo contributo para o desenvolvimento social, educativo, cultural e
económico
das
comunidades,
dos
povos
e
dos
países.
No Brasil a historia das filamônicas remonta ao período em que D. João VI chegou
ao Brasil. Acompanhando a corte estava a Banda da Armada Real de Portugal, um
conjunto
musical
militar
muito
conhecido
na
Europo.
A primeira filarmônica criada no Estado da Bahia foi a Sociedade Filarmônica Erata
Nazarena,
fundade
em
1863
e
ainda
atuante.
Em Morro do Chapéu a Sociedade Filarmônica Minerva tem papel fundamental na
manutenção de projetos artísticos culturais de nossa terra, um desses projetos é o
já tradicional Encontro de Filarmônicas que é realizado desde o ano de 2001, e se
tornou sem sombra de dubidas um dos maiores eventos da música de nossa região.
O encontro de filarmônicas foi idealizado pelo músico, poeta e grande artista
morrense Antônio Barreto Dantas Júnior (Dantinhas), de lá pra cá sem deixar faltar
nenhum ano, Dantinhas sempre esteve engajado nesse marco importantíssimo na
história de Morro do Chapéu, que tem sempre como apoio toda a diretoria da
Sociedade
Filarmônica
Minerva
e
do
Governo
do
Estado.
Esse ano 12 Filarmônicas estiveram participando, mas a cada ano mais filarmônicas
desejam participar, segundo Dantinhas cerca de 20 bandas entraram em contato
com a Minerva querendo participar do evento, que cresce a cada ano.Lamentável a
ausência da nossa outra filarmônica Lira Morense.
Parabéns Minerva pelos 106 anos de arte e cultura. Parabéns pela realização de
mais um Encontro de Filarmônicas.

http://www.morronoticias.com/index.php/2-uncategorised/653-morro-do-chapeu-aroupra-ver-a-banda-passar-tocando-coisas-de-amor

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